Início Brasília Após reafirmar união, terceira via desidrata-se e não convence

Após reafirmar união, terceira via desidrata-se e não convence

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Por Gabriella Furquim

Anunciada como uma grande coalizão em defesa de Brasília, a terceira via, grupo liderado pelo senador Cristovam Buarque (PPS) e o deputado federal Rogério Rosso (PSD), ainda não convenceu. A aliança amarga sucessiva baixa: dos 12 partidos inicialmente anunciados na composição, restam apenas seis. E outras siglas ameaçam desembarcar.

Para tentar manter aliados e espaço na corrida eleitoral, o grupo reafirmou unidade em comunicado divulgado na última quinta-feira (28/6), após reunião no gabinete de Cristovam (foto em destaque). O número de partidos assinando a nota, no entanto, chamou mais atenção do que o conteúdo. Havia duas siglas a menos: PSL e PMB.

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Na foto do encontro, outra ausência, a de Rogério Rosso. O deputado federal foi representado por seu braço direito e vice-presidente do PSD, Arthur Bernardes. Na semana anterior, Rosso apareceu ao lado dos pré-candidatos ao Governo do Distrito Federal (GDF) Alírio Neto (PTB) e Eliana Pedrosa (PROS).

Menos de 24 horas depois da reunião, a terceira via sofreu mais uma baixa. O Patriota deixou a coalizão para apoiar oficialmente a aliança composta pelos ex-distritais Eliana Pedrosa e Alírio Neto, este também um dissidente do grupo encabeçado por Cristovam Buarque.

Um dos fatores que espantam os aliados é a instabilidade do cabeça da chapa. O deputado federal Izalci Lucas (PSDB) é alvo de diversos questionamentos jurídicos de correligionários. Os tucanos cobram eleições internas para a presidência da sigla no DF, ocupada pelo pré-candidato ao Buriti por determinação da Executiva nacional do partido.

Nos bastidores, correm boatos de que os próximos a desembarcarem dessa via seriam justamente o coordenador Rogério Rosso e o presidente do PRB, Wanderley Tavares, o qual não quer nem ouvir falar na possibilidade, ventilada por Cristovam Buarque, de ele virar o vice de Izalci.

Fonte: Metrópoles

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